Arte Povera

Arte Povera

A arte Povera nasce na Itália na metade dos anos 60, graças ao trabalho de um grupo extraordinário de artistas, apoiados pelo crítico e teórico Germano Celant ao qual deve-se também o nome, derivado do teatro povero de Jerzy Grotowski.

Germano Celant afirma que a Arte Povera manifesta-se essencialmente “em diminuir aos mínimos termos, em empobrecer os signos, para reduzi-los aos seus arquétipos”.

Os artistas desse movimento trabalham em aberta polêmica com a prática tradicional da arte, da qual rejeita técnicas e suportes. Descobre as potencialidades expressivas dos materiais “pobres”, como terra, madeira, ferro, panos, plástico, refugos industriais. A intenção é a de evocar as estruturas originais da linguagem textual, mas também imaginárias e simbólica da sociedade contemporânea depois de ter, de alguma maneira, zerado os conformismos semânticos e representativos.

O Museu de Arte Moderna e Contemporânea de Trento e Rivoreto – Mart possui um núcleo de  artistas da arte Povera, como Mario Merz, Jannis Kounellis, Michelangelo Pistoletto, Giulio Paolini, Gilberto Zorio, Pier Paolo Calzolari, Alighiero Boetti, Giovanni Anselmo e Giuseppe Penone.

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