Autor: Margaret Imbroisi

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Leonilson

Leonilson

José Leonilson Bezerra Dias  nasceu no ano de  1957 em Fortaleza, Ceará.

Refinada escrita poética, cores e traços delicados, bordados frágeis, objetos do próprio cotidiano e elementos gráficos fazem da obra do artista plástico Leonilson uma extensa produção autobiográfica, que expõe os dramas e as angustias do homem contemporâneo. Continue Lendo

Cabeça de Medusa – Caravaggio

Cabeça de Medusa – Caravaggio

A lenda que serviu de inspiração para Caravaggio criar a obra:

Conta a lenda que Medusa, uma das três irmãs Górgonas (as outras duas eram: Esteno e Euríale), petrificava com o olhar todo aquele que olhasse para ela, mas o herói Perseu usou um artifício para enganá-la. Continue Lendo

Grupo Ruptura

Grupo Ruptura

Grupo Ruptura foi um conjunto de artistas que marcou o início do movimento de arte concreta em São Paulo, no Brasil.

No dia 9 de dezembro de 1952, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP), é inaugurada a exposição que marca o início oficial da arte concreta no Brasil. Continue Lendo

Museu de Arte de Ribeirão Preto “Pedro Manuel-Gismondi” (MARP)

Museu de Arte de Ribeirão Preto “Pedro Manuel-Gismondi” (MARP)

É um museu de arte localizado na cidade de Ribeirão Preto, no interior do estado de São Paulo, Brasil.

Inaugurado em 1992, com o objetivo de reunir o acervo artístico pertencente à prefeitura, o museu é uma instituição pública municipal, subordinado à Secretaria Municipal da Cultura. Continue Lendo

Helio Oiticica

Helio Oiticica

 

Nasceu em 26 de julho de 1937 no Rio de Janeiro, filho de José Oiticica Filho (1906-1964), um dos importantes fotógrafos brasileiros, que também era engenheiro, professor de matemática e entomólogo e de Ângela Santos Oiticica (1903-1972).

Teve mais dois irmãos.

Hélio Oiticica era neto de José Oiticica, anarquista, professor e filólogo brasileiro, autor do livro “O anarquismo ao alcance de todos” (1945).

Até os dez anos, Hélio Oiticica não frequentou escolas, mas foi educado pelos pais.

Em 1947, transferiu-se com a família para Washington (EUA), quando seu pai recebeu uma bolsa da Fundação Guggenheim

Artista performático, pintor e escultor.

Inicia, com o irmão César Oiticica, estudos de pintura e desenho com Ivan Serpa no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ), em 1954.

Nesse ano, escreve seu primeiro texto sobre artes plásticas; a partir daí o registro escrito de reflexões sobre arte e sua produção torna-se um hábito.

Participa do Grupo Frente em 1955 e 1956 e, em 1959, passa a integrar o Grupo Neoconcreto.

Abandona os trabalhos bidimensionais e cria relevos espaciais, bólides, capas, estandartes, tendas e penetráveis.

Em 1964, começa a fazer as chamadas Manifestações Ambientais.

Na abertura da mostra Opinião 65, no MAM/RJ, protesta quando seus amigos integrantes da escola de samba Mangueira são impedidos de entrar, e é expulso do museu.

Realiza, então, uma manifestação coletiva em frente ao museu, na qual os Parangolés são vestidos pelos amigos sambistas.

Participa das mostras Opinião 66 e Nova Objetividade Brasileira, apresentando, nesta última, a manifestação ambiental Tropicália.

Em 1968, realiza no Aterro do Flamengo a manifestação coletiva Apocalipopótese, da qual fazem parte seus Parangolés e os Ovos, de Lygia Pape.

Em 1969, realiza na Whitechapel Gallery, em Londres, o que chama de Whitechapel Experience, apresentando o projeto Éden.

Vive em Nova York na maior parte da década de 1970, período no qual é bolsista da Fundação Guggenheim e participa da mostra Information, no Museum of Modern Art – MoMA.

Retorna ao Brasil em 1978.

Faleceu em 22 de março de 1980 no Rio de Janeiro

Após seu falecimento, é criado, em 1981, no Rio de Janeiro o Projeto Hélio Oiticica, destinado a preservar, analisar e divulgar sua obra, dirigido por Lygia Pape, Luciano Figueiredo e Waly Salomão.

Entre 1992 e 1997, o Projeto HO realiza grande mostra retrospectiva, que é apresentada nas cidades de Roterdã, Paris, Barcelona, Lisboa, Mineápolis e Rio de Janeiro.

Em 1996, a Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro funda o Centro de Artes Hélio Oiticica, para abrigar todo o acervo do artista e colocá-lo à disposição do público.

Em 2009 um incêndio na residência de César Oiticica, destrói parte do acervo de Hélio Oiticica.

Hélio Oiticica buscou a superação da noção de objeto de arte como tradicionalmente definido pelas artes plásticas até então, em diálogo com a Teoria do não-objeto de Ferreira Gullar.

O espectador também foi redefinido pelo artista carioca, que alçou o indivíduo à posição de participador, aberto a um novo comportamento que o conduzisse ao “exercício experimental da liberdade”.

 

“Barroco Ardente e Sincrético – Luso-Afro-Brasileiro”- Museu Afro Brasil – SP

“Barroco Ardente e Sincrético – Luso-Afro-Brasileiro”- Museu Afro Brasil – SP

 

“Barroco Ardente e Sincrético – Luso-Afro-Brasileiro” propõe uma visita a obras do século XVII até o começo do século XIX, abordando as contribuições dos dois mais expressivos artistas do barroco brasileiro, que são Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho (1730?-1814), em Ouro Preto (MG), e Mestre Valentim da Fonseca e Silva (1745-1813), no Rio de Janeiro. Continue Lendo

Eterno Efêmero na Japan House de São Paulo

Eterno Efêmero na Japan House de São Paulo

 

A exposição Kengo Kuma – Eterno Efêmero será a segunda mostra exibida pela Japan House São Paulo e trará a essência do trabalho de um dos arquitetos mais inventivos do Japão.

Responsável pela reforma do prédio que abriga o centro cultural na Avenida Paulista, Kuma assina outros inúmeros e grandiosos projetos pelo mundo afora, já concluídos ou em andamento, como o Estádio Olímpico de Tóquio para 2020.

Este e outros trabalhos poderão ser vistos de perto, com detalhes.

A essência do trabalho de Kengo Kuma está na utilização da tradição construtiva japonesa e de técnicas artesanais como base para criar desenhos contemporâneos e inovadores, atrelados ao constante uso do espaço, da luz natural, de elementos orgânicos e valores como o respeito aos materiais e a forma como são utilizados.

O resultado são projetos com forte personalidade, que vêm conquistando admiradores em todo o mundo.

Kuma acredita na importância de não deixar que a arquitetura se imponha sobre a natureza ou ao meio a sua volta, mas que se integre a eles, sem ofuscar.

No Japão, edificar está diretamente relacionado ao Ma – palavra japonesa que pode significar “intervalo”, “espaço”, “tempo” ou “distância entre duas partes estruturais”.

É a criação de espaços vazios, de lugares propícios para que algo potencial aconteça.

Oriundo do país onde os terremotos são eventos corriqueiros, o conceito de eterno não está na manutenção dos materiais ou do edifício em si, mas na técnica utilizada para a construção que, com o tempo, pode sofrer desgastes.

Por isso é tão importante preservar a técnica e a memória, e Kengo Kuma retrata isto em seu trabalho, incorporando o bambu, o washi (papel japonês), a técnica sukyia de construção em madeira, sempre privilegiando o orgânico frente ao sintético.

Entre os trabalhos apresentados, estarão três construções do arquiteto – Fuan, Tsumiki e Cobogó Pavilion.

O Fuan é uma casa de chá feita a partir de um enorme balão flutuante, coberto por um tecido extremamente leve que pesa apenas 11g por metro quadrado e que, de acordo com a lenda japonesa, está presente na túnica celestial de um anjo.

Este projeto é a perfeita expressão da ‘não construção’, da arquitetura temporária, que permite o deslocamento pelo vento e ser levado para onde quiser.

O Tsumiki é um conjunto de peças de madeira que se encaixam como um brinquedo de montar.

Projetados principalmente para crianças, são feitos em cedro de 7mm de espessura e com design capaz de criar diferentes arquiteturas, possibilitando a construção de formas flexíveis.

Durante todo o período da mostra, haverá tsumikis menores para brincar no Jardim Japonês, no térreo da casa.

Já o Cobogó Pavilion é uma escultura permanente inspirada no cobogó brasileiro, elemento construtivo vazado criado no Recife nos anos 30 e batizado com a junção da primeira sílaba dos sobrenomes de seus criadores, os engenheiros Amadeu Oliveira Coimbra, Ernesto August Boeckmann e Antônio de Góis.

A obra ficará exposta no Sotodoma e, ao final da exposição, será transferida para uma praça no Jardim Europa, na cidade de São Paulo.

Além destas obras, 16 maquetes retratam importantes construções de Kengo Kuma pelo mundo e ajudam a contar mais sobre a história e o trabalho desse artista, pensador e arquiteto.

São elas*: Tee Haus, Bamboo Nest, Hiroshige Museum of Art, GC Prostho Museum Research Center, Sunny Hills, Estádio Olímpico de Tóquio para 2020, Ceramic Cloud, Card Castle, Polygonium, Lotus House, The China Central Academy, Xinjin Zhi Museum, Adobe Museum for Wooden, Water Branch, Xinpu Sales Center e Beijing Tea House.

Kengo Kuma entre suas maquetes da exposição

Japan House São Paulo – Avenida Paulista, 52, 01310-100
Até 10 Setembro de 2017 – Grátis
Horário(s) terça a sábado, 10h às 22h / domingos e feriados, 10h às 18h

Fique atento! Os horários podem sofrer alterações. Consulte sites oficiais das instituições.

 

Museu Victor Meirelles – Florianópolis – Santa Catarina

Museu Victor Meirelles – Florianópolis – Santa Catarina

O Museu Victor Meirelles é vinculado à 11ª Superintendência Regional do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, órgão do Ministério da Cultura.

Foi criado em 1952 com o objetivo de promover e divulgar a produção artística, vida e obra deste que é considerado um dos maiores pintores brasileiro do século XIX e de preservar o acervo de valor histórico, cultural e artístico nacional. Continue Lendo

Museu Nacional de Belas Artes do Chile

Museu Nacional de Belas Artes do Chile

O Museu Nacional de Belas Artes (em espanhol: Museo Nacional de Bellas Artes, MNBA) é uma das mais importantes instituições culturais do Chile e um dos mais antigos museus de arte da América Latina. Continue Lendo