Sala dos Professores

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A Barca de Dante, Eugène Delacroix

A ousadia das telas de Delacroix era constante desafio para os críticos da época A Barca de Dante, sua primeira grande obra, suscitou enorme entusiasmo no Salão de 1822, quando o Barão Gros aclamou-a como “a vitória sobre Rubens“. Dois anos mais tarde o próprio Gros se referiria ao quadro Os Massacres de Quios como “o massacre da pintura”. Continue Lendo

A Lição de Anatomia do Dr. Tulp – Rembrandt

A Lição de Anatomia do Dr. Tulp – Rembrandt

A Lição de Anatomia do Dr. Tulp de Rembrandt, é uma de suas obras mais famosas e revolucionárias. A pintura, que havia sido encomendada pela Associação de Cirurgiões de Amsterdã; na época, a burguesia liberal pagava o que fosse preciso para ser eternizada em uma pintura que mostrasse sua riqueza, através das roupas e da imagem em si. Continue Lendo

Centro Cultural de São Paulo – São Paulo

Centro Cultural de São Paulo – São Paulo

O Centro Cultural São Paulo é uma instituição pública subordinada à Secretaria Municipal de Cultura do município de São Paulo que reúne a Pinacoteca Municipal, a discoteca Oneyda Alvarenga, a coleção da Missão de Pesquisas Folclóricas de Mário de Andrade, um conjunto de bibliotecas, espaços expositivos, cursos diversos, teatros e cinema. Continue Lendo

Exposição Bestiário – Centro Cultural de São Paulo

Exposição Bestiário – Centro Cultural de São Paulo

A exposição Bestiário, projeto curatorial de Raphael Fonseca, contemplado no Programa de Exposições CCSP 2017, articula obras da Coleção de Arte da Cidade/CCSP com obras de artistas convidados e investiga a relação entre humanidade e animalidade, figura humana e monstruosidade. Continue Lendo

Olympia, Édouard Manet

Olympia, Édouard Manet

Manet considerava este quadro o melhor da sua produção, embora tenha sido um dos seus trabalhos que recebeu as críticas mais duras e as maiores humilhações quando exposto pela primeira vez, no Salão de 1865. Um dos críticos da época escreveu “A arte afundou tanto que não merece nem censura”. Continue Lendo

Galatea das Esferas – Salvador Dali

Galatea das Esferas – Salvador Dali

O Surrealismo surge todas às vezes que a imaginação se manifesta livremente, sem o freio do espírito crítico, o que vale é o impulso psíquico.

Os surrealistas deixam o mundo real para penetrarem no irreal, pois a emoção mais profunda do ser tem todas as possibilidades de se expressar apenas com a aproximação do fantástico, no ponto onde a razão humana perde o controle. Continue Lendo

A Maja Vestida, Francisco de Goya

A Maja Vestida, Francisco de Goya

Continuam as discussões sobre a identidade da modelo, que por muito tempo se julgou ser a  Duquesa de Alba, outra hipótese é Pepita Tudó, amante e mais tarde esposa do poderoso ministro Godoy, como também sobre o significado do duplo retrato, vestido e nu, com a mesma protagonista e sobre a cronologia (a Vestida é, certamente, posterior, de 1800-1806). Continue Lendo

Exposição Ready Made in Brasil – Centro Cultural Fiesp – São Paulo

Exposição Ready Made in Brasil – Centro Cultural Fiesp – São Paulo

A mostra Ready Made in Brasil celebra o centenário da obra Fonte de Marcel Duchamp, primeiro de seus readymades apresentado ao público, e sua ressonância na produção artística brasileira

Neste ano, Fountain (Fonte, 1917), obra ícone de Marcel Duchamp, completa 100 anos desde que foi apresentada, de forma anônima, como um objeto de arte no importante Salão dos Artistas Independentes de Nova York.

Anos antes, Duchamp já havia introduzido o conceito de readymade para classificar alguns de seus trabalhos, cuja proposta consistia na apropriação de objetos comuns, sem um valor estético específico, como obras de arte, deslocadas para o espaço expositivo.

O readymade pode ser compreendido como um gesto, uma ferramenta ou ação duchampiana, que busca questionar o próprio sistema de arte vigente, e, para alguns teóricos,

Fonte (1917) é o principal ponto de virada  da arte produzida até os dias atuais.

Entre os anos de 1960, a partir dos (pop)concretos e neoconcretos, o readymade é introduzido no Brasil e, desde então, está presente na produção de todas as gerações seguintes de artistas, que frequentemente recorrem ao procedimento duchampiano para realizar suas criações.

A exposição busca criar uma espécie de linha do tempo desta presença nas diferentes gerações de artistas a partir da inserção de trabalhos históricos e icônicos de diferentes períodos.

Com curadoria de Daniel Rangel, a exposição “Ready Made in Brasil” traz um panorama da influência do readymade na produção artística brasileira de diferentes gerações, partindo dos anos 1960, até o presente.

Os conceitos de apropriação e deslocamento, bases do readymade, são os eixos condutores da exposição, que reúne 50 artistas.

“A escolha dos artistas e obras que compõe a mostra se constitui a partir de dois eixos centrais: a proximidade direta com a obra de Duchamp e a conexão com o universo da indústria e da construção civil, ressaltado pelo espaço cultural que abriga a mostra”, afirma o curador.

Daniel Rangel ainda destaca que o próprio título da mostra é, em si, um readymade, algo que surge da fusão e da apropriação de dois termos populares: readymade e made in Brasil.

A mostra está espacialmente distribuída a partir de aspectos que consideram tanto cronologia quanto os procedimentos e materiais dos trabalhos dos artistas, com o intuito de permitir que o espectador crie circuitos diversos no mesmo ambiente: obras de artistas históricos do começo dos anos 1960 estão dispostas ao lado de produções recentes e algumas inéditas de artistas mais jovens.

Ready Made in Brasil

Local: Galeria de Arte do Centro Cultural Fiesp
Avenida Paulista, 1313 – São Paulo – SP
Diariamente, das 10h às 20h
Até 28 de janeiro de 2018
Entrada gratuita

Fique atento. Os horários podem sofrer alterações. consulte sempre o site oficial da instituição.

 

A Maja Desnuda, Francisco de Goya

A Maja Desnuda, Francisco de Goya

A tela, juntamente com a sua companheira, A Maja Vestida, foi muito provavelmente concebida para fazer par com aquela: ambas montadas numa moldura dupla, a tela com a moça vestida devia cobrir a nua como se fosse uma tampa que podia ser levantada.

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