Mês: julho 2018

Museu dos Pintores de Barbizon

Museu dos Pintores de Barbizon

Barbizon é um lugar mítico que antecede o Impressionismo na França. Vale a pena visitar a escola de pintores onde os artistas se hospedavam e de lá saiam para pintar ao ar livre nos bosques de Fontainebleau. Não é a toa que na metade do século 19 Barbizon ganhou o apelido de “Aldeia de Pintores”. Continue Lendo

Laura Lima: Alfaiataria | Pinacoteca | SP

Laura Lima: Alfaiataria | Pinacoteca | SP

A  exposição Laura Lima: Alfaiataria, que ocupa o Octógono, no primeiro andar da Pina Luz. Laura Lima (1971, Governador Valadares) cria um diálogo inovador com a prática do museu ao apresentar uma oficina de alfaiataria em funcionamento, com profissionais, tecidos, aviamentos e todo o maquinário de uma confecção. Continue Lendo

Histórias Afro-Atlânticas | Masp e Instituto Tomie Ohtake | SP

Histórias Afro-Atlânticas | Masp e Instituto Tomie Ohtake | SP

Consideradas duas das principais instituições culturais da cidade, o Masp – Museu de Arte de São Paulo e o Instituto Tomie Ohtake uniram-se para realizar a megaexposição “Histórias Afro-Atlânticas”, que exibe mais de 400 obras, de 210 artistas nacionais e internacionais, sobre os “fluxos e refluxos” da escravidão dos povos atlânticos – termo derivado do fotógrafo Pierre Verger. Continue Lendo

Renoir: Pai e Filho, Pintura e Cinema | Filadélfia | EUA

Renoir: Pai e Filho, Pintura e Cinema | Filadélfia | EUA

Orson Welles descreveu o cineasta Jean Renoir (1894–1979), filho do renomado pintor impressionista Pierre-Auguste Renoir, como “o maior de todos os diretores”.

Esta exposição visa retratar os capítulos das produções de Jean através de um diálogo rico e fascinante entre pai e filho. Se a prática artística e o universo criativo de Pierre-Auguste Renoir influenciaram a arte de Jean, os filmes de Jean lançaram luz sobre as pinturas de seu pai.

Focando nos temas centrais das obras de Jean, como sua visão e recriação de Paris, a exposição examina seu caminho para se tornar um proeminente cineasta internacional, reunindo pinturas, desenhos, filmes, figurinos e fotos – assim como as cerâmicas realizadas antes de seguir para o cinema.

A Fundação Barnes, com sua coleção de cerâmica Jean Renoir, além de 181 obras de Pierre-Auguste Renoir, fornece um cenário pungente para explorar esta complexa e frutífera relação entre pintura e cinema.

Esta exposição tem curadoria de Sylvie Patry, Curadora Chefe e Diretora Adjunta de Assuntos Curatoriais e Coleções no Musée d’Orsay, Paris, e Curadora Consultora na Barnes. A exposição é organizada pela Fundação Barnes, Filadélfia, e os Musées d’Orsay e de l’Orangerie, Paris, em colaboração com a Cinémathèque Française, Paris.

Jean Renoir
Jean Renoir nasceu em Paris em 15 de setembro de 1894. Segundo filho do pintor impressionista Pierre-Auguste Renoir e de Aline Charigot.

Quando menino, Jean Renoir não tinha uma relação próxima com o pai. Enquanto seu pai estava trabalhando fora de casa, ele e seus irmãos recebiam os cuidados da mãe e dos empregados domésticos. Pierre-Auguste Renoir era conhecido não como “Papa”, mas como “Patrono”, ou “o chefe” – o mesmo apelido que Rivette e outros diretores da de cinema mais tarde aplicariam a seu filho.

Atuou como cineasta, roteirista, ator, produtor e autor. Como diretor de cinema e ator, realizou filmes tanto para o cinema mudo como falado, até o final da década de 1960.

Seus filmes La Grande Illusion (1937), um sensível relato sobre as condições de vida dos prisioneiros franceses e seus captores alemães durante a I Guerra Mundial, e A Regra do Jogo (1939), sua crítica ferrenha a corrupção da sociedade francesa camuflada de comédia de costumes tem uma tumultuosa história, são citados pelos críticos como os maiores filmes já feitos.

A maioria dos seus filmes pertence à escola do realismo poético francês, e marcaram profundamente o cinema francês entre 1930 e 1950, tendo aberto a porta à nouvelle vague.

Entre as inúmeras honrarias acumuladas durante sua vida, ele recebeu o prêmio Lifetime Achievement Academy em 1975 por sua contribuição à indústria cinematográfica.

Faleceu em Beverly Hills, na Califórnia, em 12 de fevereiro de 1979. Foi sepultado ao lado da família em Essoyes, na França.

Barnes Foundation. 2025 Benjamin Franklin Parkway – Filadélfia – EUA. Aberto quarta a segunda, das 11h às 17h. Até 03/09/18.

Fique atento! O horário pode sofrer modificação. Consulte o site oficial da instituição.

Bruno Dunley e Fabio Miguez | Galeria Nara Roesler | SP

Bruno Dunley e Fabio Miguez | Galeria Nara Roesler | SP

A Galeria Nara Roesler apresenta em seu espaço paulistano duas mostras individuais e simultâneas de artistas que têm em comum a pintura como recurso central em suas trajetórias: No Meio, de Bruno Dunley e Fragmentos do Real (Atalhos), de Fabio Miguez. Continue Lendo

Labirinto de Amor | Caixa Cultural SP

Labirinto de Amor | Caixa Cultural SP

O artista plástico mineiro, Jorge Fonseca concebe sua obra com criações que dão um novo significado a objetos do imaginário coletivo e apontam brechas de afeto em coisas simples do cotidiano. Continue Lendo

Museu de la Grenouillère

Museu de la Grenouillère

Um lugar de memória e preservação do patrimônio do famoso café flutuante e do salão de dança La Grenouillère. O museu transporta os visitantes para os passos dos impressionistas, apresentando uma coleção de pinturas, gravuras e objetos em uma atmosfera Belle Epoque que atraíram as multidões no século 19.

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Onde Estamos e Para Onde vamos | Galeria Estação | SP

Onde Estamos e Para Onde vamos | Galeria Estação | SP

Leda Catunda assume função de artista-curadora com mostra em diálogo com trabalhos de Alcides nesta
exposição na Galeria Estação, em São Paulo, junta 20 obras da artista com 10 do pintor baiano

Quando Leda Catunda recebeu o convite para montar uma exposição de suas próprias obras em diálogo com algum artista da coleção da Galeria Estação, a sua atração pelo trabalho do pintor baiano Alcides foi imediata. Continue Lendo