Autor: Margaret Imbroisi

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História da Arte para Crianças – Arte Colonial 2

História da Arte para Crianças – Arte Colonial 2

Arte Brasileira

Os jesuítas chegaram ao Brasil e construíram igrejas monumentais, seminários e escolas de catequese e de artes e ofícios.

Essa presença deixou suas marcas da Amazônia ao Rio Grande do Sul.

A arte devia servir a Deus e transformar as cerimonias em espetáculos fascinantes e sedutores.

Entalhes, pinturas, ouro, prataria, esculturas, ricos tecidos formavam o cenário para os rituais religiosos.

O objetivo dessa grandiosidade construídos em pequenas vilas, serviam para atrair não apenas os senhores proprietários de terras, mas toda a população dos arredores.

 

Algumas imitavam fielmente igrejas de Lisboa e da Itália.

A escultura em pedra e madeira, bem como a pintura desenvolveram-se com o objetivo de realçar as igrejas para que a mensagem chegasse para todos.

Os modelos eram europeus mas aos poucos figuras tropicais, como frutas e pássaros, eram colocados lado a lado com o modelo original.

Proposta: Construir uma igreja Colonial de sucata

Material:

• Caixas de papelão de tamanhos variados
• Cola branca
• Pinceis
• Tinta guache
• Retalhos de papel celofane
• Palitos de madeira

Veja o modelo:

Monte as caixas colando-as uma a outra para formar a sua igreja colonial.

Passe cola branca em toda a sua superfície formando uma camada de impermeabilização, deixe secar até a cola ficar transparente.

Pinte a sua construção com as suas cores preferidas.

Acrescente os detalhes, a cruz de madeira no alto da construção e papel celofane imitando as janelas da igreja.

A sua igreja colonial está pronta!

Fotografe a sua obra e disponibilize nas nossas mídias sócias #historiadasartestalento

História da Arte para Crianças – Arte Colonial 1

História da Arte para Crianças – Arte Colonial 1

Arte Brasileira

Quando os europeus chegaram aqui, na terra que hoje chamamos de Brasil, ficaram muito tempo realizando apenas expedições de reconhecimento e “tomando conta” da terra que tinham encontrando principalmente pela madeira aqui existente o pau-brasil. Continue Lendo

Lugares do Delírio – Sesc Pompeia

Lugares do Delírio – Sesc Pompeia

O Sesc Pompeia apresenta  na Área de Convivência da unidade, a exposição “Lugares do Delírio”.

Com curadoria da psicanalista e professora da Universidade Federal Fluminense (UFF) Tania Rivera, a mostra propõe uma reflexão política e ética sobre a arte e a loucura, mesclando trabalhos de artistas consagrados a obras de artistas diagnosticados com transtornos psiquiátricos, conhecidos ou não do grande público.

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MitoMotim, Galpão Videobrasil

MitoMotim, Galpão Videobrasil

Realizada a partir de uma ampla pesquisa no Acervo Histórico Videobrasil, a exposição MitoMotim tem curadoria de Júlia Rebouças e busca refletir sobre a representação da identidade nacional e a capacidade da arte de se contrapor às ordens instituídas. Continue Lendo

Alucinações Parciais

Alucinações Parciais

Ao realizar Alucinações Parciais, nome inspirado na obra de Salvador Dalí presente na mostra, o Instituto Tomie e o Centre Pompidou inovam ao proporem uma “exposição-escola” com obras-primas de vinte artistas modernistas maiores do Brasil e do mundo. Continue Lendo

A Ancestralidade dos Símbolos

A Ancestralidade dos Símbolos

O MASP inaugurou a terceira exposição de 2018, ano dedicado às histórias afro-atlânticas.Essa exposição apresenta 70 obras de Emanoel Araujo (Santo Amaro da Purificação, BA, 1940), um dos nomes mais expressivos do cenário artístico brasileiro, responsável por promover a arte e a cultura negras no país. Continue Lendo

Entre Construção e Apropriação, Sesc Pinheiros

Entre Construção e Apropriação, Sesc Pinheiros

Nesta exposição os artistas Geraldo de Barros, Rubens Gerchman e Antonio Dias evidenciam as poéticas construtivas, sem deixar de lado a cultura de massas dos anos 1960. Continue Lendo

Cem Anos de Arte Belga, Centro Cultural Fiesp

Cem Anos de Arte Belga, Centro Cultural Fiesp

Com 69 obras do acervo da Coleção Simon, a exposição, com curadoria de Laura Neve, oferece um panorama da pintura belga moderna, desde o impressionismo de Emile Claus à abstração gestual de Louis Van Lint. Continue Lendo