A Madona, Edvard Munch

A Madona, Edvard Munch

Uma sensualidade misteriosa nos atrai para essa vibrante pintura de Madona, audaciosamente representada numa pose de nu abandono. Perturbadoramente provocante, ela exala uma sexualidade exuberante, mas também há um sentido subjacente de tragédia em seus cabelos e olhos escuros.

O fundo em redemoinho, tempestuoso, parece evocar uma alma atormentada.

A própria vida de Munch foi marcada por morte, doença e crises. Nascido na Noruega, ele começou sua carreira pintando de maneira mais convencional, mas logo se interessou pela obra de Vincent Van Gogh e Paul Gauguin.

Em vez de pintar o mundo à sua volta, passou a tentar expressar através da arte seus mais íntimos sentimentos e desejos.

A energia frenética e as paixões enfervecestes de suas pinturas fizeram-no o fundador do estilo conhecido como Expressionismo, em que distorções emocionais e cores exageradas são utilizadas para atingir o máximo da expressividade.

A Madona, 1894-5, óleo sobre tela, 91 x 71 cm, Edvard Munch, Nasjonalgalleriet, Oslo.

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