Autor: Simone Martins

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Jovens Filhas ao Piano, Pierre-Auguste Renoir

Jovens Filhas ao Piano, Pierre-Auguste Renoir

Nesta tela, Renoir apresenta duas moças tocando piano. Ele retomaria este tema outra vez, cinco anos depois, com similar composição em Yvonne e Christine Lerolle ao Piano. Continue Lendo

Porque não pintar a alegria?

Porque não pintar a alegria?

“Por que a arte não pode ser bonita?”, perguntou Renoir certa vez. “O mundo já tem muitas coisas desagradáveis.” Eis um resumo da sua atitude em relação à pintura e à vida, já que ele mesmo tinha uma incrível capacidade para a alegria, e sua arte expressava esse prazer de viver. Continue Lendo

A Primeira Saída, Pierre-Auguste Renoir

A Primeira Saída, Pierre-Auguste Renoir

Dois anos depois de pintar O Camarote, Renoir tornou a pintar em 1876, outro camarote conhecido como A Primeira Saída ou No Teatro. Nesta obra, Renoir retrata uma mocinha que vai à Ópera pela primeira vez. Continue Lendo

Afresco Terentius Neo e sua mulher

Afresco Terentius Neo e sua mulher

O afresco Retrato de Terentius Neo e sua esposa é famoso, único e requintado. Foi encontrado em Pompeia na Casa de Terentius Neo. Atualmente, é preservado no Museu Arqueológico Nacional de Nápoles, no sul da Itália. Continue Lendo

Afresco Giardino, Villa di Livia

Afresco Giardino, Villa di Livia

A Villa di Livia é uma vila romana antiga em Prima Porta, a 12 km ao norte de Roma, ao longo da Via Flaminia. Provavelmente fazia parte do dote de Lívia Drusilla, quando se casou com  o imperador Augusto, seu segundo marido, em 39 a.C. Ela era a quarta e última esposa do Imperador Augusto, mãe do Imperador Tibério (que, porém, não era filho natural de Augusto) e tia-avó do Imperador Calígula. Continue Lendo

Símbolos do templo no Egito

Símbolos do templo no Egito

Os edifícios religiosos constituem a grande maioria das obras arquitetônicas que permaneceram. Quase todos eram tão simbólicos como estritamente funcionais. Os templos recriam o cosmo ou parte dele. Este cosmo é um cosmo ideal, purificado é à parte do mundo cotidiano, e a sua relação com este último é uma relação de analogia e não de representação direta.

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Decifração da escrita hieroglífica

Decifração da escrita hieroglífica

Muitos estudiosos se interessaram e escreveram sobre a cultura Egípcia ao longo do tempo.  Durante todo o século 18 continuou a estudar-se a escrita hieroglífica, embora fossem poucos os progressos em direção à sua decifração. O interesse do estudioso e do linguista culminaram com Georg Zoega (1755-1809), cujas duas obras principais, um tratado sobre os obeliscos, incluindo um Continue Lendo