Porta do Inferno e o Pensador – Auguste Rodin

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Porta do Inferno e o Pensador – Auguste Rodin

Porta do Inferno – La Porte de l’Enfer, em francês –  é uma escultura de Auguste Rodin, iniciada em 1880 e finalizada apenas em 1917.

A obra foi encomendada em 1880 como um conjunto de portais a ser instalado no Cour de Comptes, no Museu de Artes Decorativas de Paris, que havia sofrido um incêndio.

Foi o próprio Rodin quem escolheu como tema a Divina Comédia de Dante.

Feita em bronze, traz figuras com dimensões que variam de 15 cm a mais de um metro.

Diversas figuras foram reproduzidas em tamanho maior como esculturas independentes.

Entre elas estão O Pensador, O Beijo e As Três Sombras.

A Porta do Inferno, foi inspirada no inferno de Dante, de A Divina Comédia.

O Pensador – em menor proporção – no centro da Porta, representa a figura universal rodeada por uma multidão de sombras.

O trabalho reúne cerca de 120 pequenas esculturas, cuja maioria ganhou vida independente depois que Rodin o finalizou.

Encontrada na versão bronze nos jardins do Museu Rodin, em Paris.

 

A famosa escultura de Rodin, O Pensador, tem um lugar de destaque na Porta do Inferno antes de tornar-se uma escultura independente desta obra.

O Pensador representava Dante, autor da Divina Comédia, inclinando-se para observar os círculos do Inferno, enquanto meditava em seu trabalho.

O Pensador foi, portanto, inicialmente, tanto um ser com um corpo torturado, quase uma alma condenada, e um homem de pensamento livre, decidido a ultrapassar o seu sofrimento através da poesia.

O Pensador foi exibido individualmente em 1888 e tornou-se assim um trabalho independente.

Ampliado em 1904, sua versão colossal provou ser ainda mais popular: a imagem de um homem perdido em seus pensamentos, mas cujo corpo poderoso sugere uma grande capacidade de ação, tornou-se uma das esculturas mais célebres já conhecidas.

Numerosas tiragens (fundições) existem em todo o mundo, incluindo a que está agora nos jardins do Museu Rodin, um presente para a cidade de Paris instalado fora do Panthéon, em 1906, e outra nos jardins da casa de Rodin em Meudon, sobre o túmulo do escultor e sua esposa.

Mais de vinte cópias da escultura estão em museus em todo o mundo.

 

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