Arte contemporânea

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Exposições na Biblioteca Mário de Andrade – SP

Exposições na Biblioteca Mário de Andrade – SP

A Biblioteca Mário de Andrade inaugura duas exposições inéditas que abrem o ciclo de mostras de artes plásticas de 2018, ambas com entrada gratuita.

“A Respeito da Proximidade” de Luiz Paulo Baravelli, ocupará a Sala Oval e Sala Adjacente da Biblioteca.

Produzidas desde a década de 1980 até os dias de hoje, as pinturas fazem parte da série Caras, que começou a ser desenvolvida por ocasião da 41ª Bienal de Veneza em 1984, da qual o artista participou.

O trabalho foi retomado em 2015 e tem como premissa não seguir uma ideia de evolução ou linearidade.

Baravelli é um dos maiores expoentes do panorama artístico paulistano e internacional de seu tempo.

Nascido em 1942, em 1960 inicia o curso de Artes Plásticas na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), onde permanece por apenas dois anos.

Em 1962, inicia arquitetura na Universidade de São Paulo (USP) e, paralelamente, frequenta aulas de pintura e desenho com o grande mestre Wesley Duke Lee.

É nessa ocasião que o artista inicia a prática de modelos vivos – atividade que até hoje exerce e que certamente constitui o embrião para as obras expostas nesta exposição.

Antes de serem Caras – pinturas que são quase objetos, estruturas quase autônomas – alguns daqueles rostos já habitavam outras de suas pinturas – aquelas que seguem mais ou menos o esquema figura e fundo – como mais um dos elementos de composição.

São como personagens recortados de uma cena e aumentados em 500 vezes o seu tamanho, podendo ser deformados, alterados, misturados ou mesmo inventados, criados do zero.

A exposição contará também com alguns estudos e desenhos do artista que foram produzidos em consonância com a série.

No 3º andar da Biblioteca tem a Exposição “Fósseis Contemporâneos”, de Miguel Anselmo, segundo o autor, a exposição parte da premissa que “o ser humano é frágil por natureza, e o que temos ao nosso alcance para nos socorrer é fortificar-nos, abrigar-nos. Fortificar nossa substância material”.

Nas telas do artista visual e restaurador gaúcho, que vive e São Paulo desde 2001, o tema principal é a vulnerabilidade inata do homem.

Suturas bordadas tornam-se ossos, enquanto pinceladas precisas enganam os olhos e se transformam em azulejos, madeiras e papéis de parede.

“Os ossos no meu trabalho simbolizam a essência de vidro do ser humano, ao passo em que os azulejos e demais elementos decorativos representam ambientes que as pessoas usam para se proteger, nossas fortificações, exteriores e interiores; nossos abrigos”, completa Anselmo.

Fósseis Contemporâneos compreende 17 telas, que misturam bordado e pintura a óleo, mais uma instalação, formada por uma coluna vertebral de resina plástica e PVC sobre uma cama de azulejos quebrados, que vai ocupar o centro do espaço expositivo. As obras foram produzidas entre 2014 e 2018.

Biblioteca Mário de Andrade – Rua da Consolação, 94, Centro – São Paulo – SP

Exposições
A Respeito da Proximidade, de Luiz Paulo Baravelli (na sala do páteo) até 22 de abril de 2018
Fósseis Contemporâneos, de Miguel Anselmo (3º andar) até 10 de junho de 2018
Horário: todos os dias da semana, das 8h às 19h

Fique atento aos horários, eles podem sofrer alterações.Consulte sempre o site oficial da instituição.

 

Duas Exposições no Museu de Arte Brasileira – MAB FAAP SP

Duas Exposições no Museu de Arte Brasileira – MAB FAAP SP

A primeira exposição “P/B – Acervo MAB” apresenta um recorte de obras exclusivamente dominadas pelos pigmentos preto, branco e as gamas intermediárias de tons de cinza.

A segunda exposição ocupando a sala central do mesmo ambiente, a mostra “A cor não tem fim: pinturas e tapeçarias de Jacques Douchez” faz tributo ao artista e tapeceiro francês. Continue Lendo

Exposição Ser Urbano – Espaço Cultural Porto Seguro – SP

Exposição Ser Urbano – Espaço Cultural Porto Seguro – SP

Em que medida a arquitetura pode ser entendida como moldura de uma sociedade?

Quais os papéis desempenhados pela disciplina num contexto de urbanização?

Como ela se curva a eventuais pressões políticas, ideológicas ou mesmo sociais? Continue Lendo

Exposição Oito Décadas de Abstração Informal – MAM SP

Exposição Oito Décadas de Abstração Informal – MAM SP

Convencido de que o abstracionismo geométrico acabou por eclipsar a corrente informal da arte abstrata brasileira, o curador do Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo, Felipe Chaimovich, prepara há um ano, com a ajuda do crítico Lauro Cavalcanti, diretor do Instituto Casa Roberto Marinho, a exposição Oito Décadas de Abstração Informal,  com 36 obras do instituto e 47 do MAM/SP. Continue Lendo

Exposição Matriz do Tempo Real – MAC São Paulo

Exposição Matriz do Tempo Real – MAC São Paulo

Em continuidade a sua programação de exposições temporárias, o Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC USP) recebe Matriz do Tempo Real, com curadoria de Jacopo Crivelli Visconti. Continue Lendo

Exposição Nuptias – Galeria Vermelho – São Paulo

Exposição Nuptias – Galeria Vermelho – São Paulo

Rosângela Rennó comemora em Nuptias sua sétima exposição individual na Vermelho – o 25º aniversário do projeto Arquivo Universal e o 20º aniversário da série Cerimônia do Adeus com comentários sobre alianças, valoração e gênero, a partir de quatro novas séries de trabalhos e da exibição do conjunto completo da primeira impressão digital do Cerimônia do Adeus, 1997-2003. Continue Lendo

Exposição Rodrigo Andrade: Pintura e Matéria – Pina_Estação – SP

Exposição Rodrigo Andrade: Pintura e Matéria – Pina_Estação – SP

Pina_Estação de São Paulo,  inaugurou uma exposição retrospectiva da obra de Rodrigo Andrade.

Como parte da série de mostras que homenageia artistas que se destacaram na arte brasileira nos anos 1980. Continue Lendo

Exposição Corpos em construção – Tunga no Masp – SP

Exposição Corpos em construção – Tunga no Masp – SP

Artista multidisciplinar, o pernambucano Tunga, nascido Antonio José de Barros Carvalho e Mello Mourão, morto em junho do ano passado, aos 64 anos, criou uma obra em que trabalhos mais antigos se desdobram em novas peças, mantendo sua interdependência e carregando em sua morfologia um código sintático alquímico. Continue Lendo