Museu do Prado

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A Família Real de Carlos IV, Francisco de Goya

A Família Real de Carlos IV, Francisco de Goya

Este grande quadro é uma extraordinária prova da habilidade de Goya na composição de retratos de grupo, digna da tradição de Velázquez e Rembrandt. Continue Lendo

O Sacrifício de Isaac, Andrea del Sarto

O Sacrifício de Isaac, Andrea del Sarto

Conta Vasari que Andrea del Sarto, assim chamado devido ao ofício de alfaiate (sarto, em italiano) do pai, pintou esse mesmo tema num formato maior (atualmente na Gemäldegalerie de Dresden) e teve que repeti-lo em tamanho menor, mas com idêntica perfeição, para Paolo de Terrarossa. Continue Lendo

Judite no banquete de Holofernes, Rembrandt

Judite no banquete de Holofernes, Rembrandt

Artemísia é o título tradicional desta pintura de Rembrandt conservada no Museu do Prado, em Madri. Segundo algumas investigações, o título Artemísia é errôneo e na realidade a obra representaria uma cena bíblica: Judite no banquete de Holofernes. Continue Lendo

Aparição do Apóstolo São Pedro a São Pedro Nolasco, Francisco de Zurbarán

Aparição do Apóstolo São Pedro a São Pedro Nolasco, Francisco de Zurbarán

O quadro, entre as mais surpreendentes invenções de Zurbarán, faz parte de uma série que representa episódios da vida de São Pedro Nolasco, fundador da Ordem das Mercedes.  Continue Lendo

O Jardim das Delícias, Hieronymus Bosch

O Jardim das Delícias, Hieronymus Bosch

Bosch foi o último e talvez o maior dos pintores medievais. Sua visão da humanidade é pessimista e moralizadora: o ser humano carrega uma falha fundamental desde a expulsão de Adão e Eva do Jardim do Éden. Na filosofia de Bosch, a salvação é possível, porém com grande dificuldade e o destino provável da maioria das pessoas é a danação eterna. A morte e o medo da morte são uma realidade sempre presente na sua arte. Continue Lendo

Alegoria dos Prazeres Carnais, Hieronymus Bosch

Alegoria dos Prazeres Carnais, Hieronymus Bosch

A forma mais característica das pinturas de Bosch foi o tríptico: uma sequência de quadro que lhe permitia desenvolver a narração no espaço e no tempo, aproveitando, como entreato ou crítica moral, as partes exteriores dos painéis. Descreve manifestações críticas da vida europeia em um período de transição dividido entre os valores tradicionais (medievais) e os modernos (humanistas). Continue Lendo