Mês: junho 2017

Toulouse-Lautrec em Vermelho no MASP

Toulouse-Lautrec em Vermelho no MASP

 

O MASP apresenta “Toulouse-Lautrec em vermelho”, a maior exposição dedicada à obra do francês Henri de Toulouse-Lautrec (1864-1901) já realizada no Brasil.

Em torno do tema da sexualidade, a mostra conta com 75 obras, entre pinturas, cartazes e gravuras, que estão entre as mais emblemáticas do artista. Continue Lendo

Criança Morta, Candido Portinari

Criança Morta, Candido Portinari

 

Candido Portinari é certamente o pintor do modernismo brasileiro mais conhecido no exterior, autor dos dois grandes painéis (um sobre a guerra, outro sobre a paz) existentes no edifício-sede das Nações Unidas, em Nova York (1957).

A partir da década de 40, transformou-se numa espécie de artista-símbolo e artista de exportação da nação brasileira.  Continue Lendo

Afrescos de Akrotiri, em Santorini

Afrescos de Akrotiri, em Santorini

Santorini, na Grécia, é a antiga Tera, uma ilha vulcânica e pitoresca não muito longe de Creta. O seu vulcão entrou em erupção, com grande violência, durante a Idade do Bronze, preservando e lava um palácio de forma tão prodigiosa como Pompeia e Herculano foram conservados pela erupção do Vesúvio.

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Vicente do Rego Monteiro- Nem Tabu, nem Totem

Vicente do Rego Monteiro- Nem Tabu, nem Totem

O pintor e poeta pernambucano Vicente do Rego Monteiro foi um artista singular, cuja instável personalidade marcou sua produção e também a relação com seus pares e com intelectuais da primeira metade do século XX.

Colheu como fruto desse perene desassossego ser lembrado e esquecido, estar presente e ausente. Continue Lendo

Cecília,   Henrique Pousão

Cecília, Henrique Pousão

O pintor Henrique Pousão (1859-1884) foi um artista singular na arte portuguesa do século XIX, que na sua breve carreira descobriu uma via original no estilo da pintura do Naturalismo, finalmente triunfante nas academias do Porto e de Lisboa no último quartel do século. Continue Lendo

Dodona, oráculo de Zeus

Dodona, oráculo de Zeus

O oráculo de Dodona foi o mais célebre da Antiguidade, depois do Oráculo de Delfos. Dodona se encontra a 80 Km a leste da ilha de Corfú, na região de Epiro, aos pés do monte Tomaros e do monte Pindo, fronteira da Grécia com Albânia, em uma zona montanhosa que os molosos dominaram e controlaram no século 5 a.C. Os molosos eram os habitantes da antiga cidade de Molosia, em Epiro. Continue Lendo