Autor: Simone Martins

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Bacanal de Andros, Ticiano Vecellio

Bacanal de Andros, Ticiano Vecellio

A obra foi encomendada a Ticiano por Alfonso d’Este, duque de Ferrara, para decorar o seu pequeno estúdio, o famoso “camarim de alabastro”, juntamente com outros episódios mitológicos: A Oferenda a Vênus, também conservada no Prado, Baco e Ariadne (Londres, National Gallery) e o A Festa dos Deuses, de Giovanni Bellini, de 1514 (Washington, National Gallery), retocado posteriormente por Ticiano, que harmonizou com as novas telas do ciclo. Continue Lendo

Autorretrato, Ticiano Vecellio

Autorretrato, Ticiano Vecellio

Durante a sua longa vida, Ticiano, que morreu aos oitenta e seis anos, alcançou e conservou um absoluto domínio da pintura graças à riqueza da sua paleta, à liberdade da textura e à invenção compositiva. Continue Lendo

A Alocução do Marquês de Vasto aos Seus Soldados, Ticiano Vecellio

A Alocução do Marquês de Vasto aos Seus Soldados, Ticiano Vecellio

Em 1538, o marquês de Vasto e de Pescara, Alfonso de Ávalos, foi nomeado governador de Milão por Carlos V; no ano seguinte, Veneza encomendou a Ticiano este quadro, que foi enviado a Milão em 1541 por intermédio de Pietro Aretino. Continue Lendo

Mulher Banhando-se no Riacho, Rembrandt

Mulher Banhando-se no Riacho, Rembrandt

O quadro é uma das obras-primas do artista, no auge da fama e do domínio absoluto da sua arte. É uma imagem delicadamente íntima, informal na pose e de uma irresistível proximidade que se supôs tratar-se de uma obra incompleta. Continue Lendo

Rua Mosnier, Édouard Manet

Rua Mosnier, Édouard Manet

A pintura La Rue Mosnier aux drapeaux, em português A Rua Mosnier com bandeirasé uma vista de Paris que sobre o evento da Exposição Universal do mesmo ano, quando as ruas da capital foram decoradas com muitas bandeiras francesas.

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Rua Saint Denis e Rua Montorgeuil, Claude Monet

Rua Saint Denis e Rua Montorgeuil, Claude Monet

Monet produziu duas pinturas quase idênticas sobre o mesmo tema: o festival de 30 de junho de 1878 celebrando o fim da Exposição Universal. Continue Lendo

A Ressurreição de Lázaro, Sebastiano del Piombo

A Ressurreição de Lázaro, Sebastiano del Piombo

Sebastiano, veneziano de origem mas instalado em Roma em 1511, pinta este grande quadro para a Catedral de Narbona, no Sudoeste de França, por encomenda do cardeal Júlio de Médicis (futuro para Clemente VII), em virtual competição com Rafael, que estava trabalhando para o mesmo destinatário e a mesma catedral francesa, na obra Transfiguração (Roma, Museus do Vaticano). Continue Lendo

Cristo no Calvário, Juan de Valdés Leal

Cristo no Calvário, Juan de Valdés Leal

Concidadão e quase contemporâneo de Murillo, Valdés Leal representa um aspecto distinto da pintura devota espanhola do século 17. O que em Murillo é agradável, amável, suave e familiar, nele é obscuro e dramático, carregado de paixão, violenta, representante de uma religiosidade mortificada. Continue Lendo

Peggy Guggenheim: Paixão por Arte

Peggy Guggenheim: Paixão por Arte

Em 1921, com 20 e poucos anos e uma herança, Peggy Guggenheim partiu de Nova York para Paris. Rapidamente se aproximou da boemia parisiense, fazendo amizade com Jean Cocteau, Duchamp e Man Ray, entre muitos artistas modernos. Visionária e apaixonada por arte, iniciou nesse período o que viria a ser uma das mais importantes coleções de arte do século 20.

O documentário Peggy Guggenheim: Paixão por Arte retrata seu corajoso percurso, seu mecenato de artistas como Pollock, suas relações, por vezes amorosas, com mestres como Max Ernst e Samuel Beckett, e a fundação da Coleção Peggy Guggenheim, em Veneza.

Marguerite “Peggy” Guggenheim (1898–1979) além de uma grande herdeira, foi mecenas de artistas e dona de uma das mais importantes coleções de arte moderna do século 20. Ela era filha de Benjamin Guggenheim, que faleceu no naufrágio do Titanic, em 1912, e sobrinha de Solomon R. Guggenheim, que estabeleceu a Fundação Solomon R. Guggenheim, com museus em vários países.

Porta de Ishtar

Porta de Ishtar

A Porta de Ishtar foi a oitava porta do lado norte da muralha da cidade da Babilônia, construída aproximadamente em 575 a.C., por ordem do rei Nabucodonosor II, que reinou entre 604 e 562 a.C., no auge do Império Neobabilônico. Ele ordenou a construção da porta e dedicou-a à deusa babilônica Ishtar. Escavada entre os anos de 1902 e 1914, por Robert Koldewey, a porta e a Via  Processional foram reconstruídas com seus tijolos originais, em 1930, no Museu Pergamon em Berlim.

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