O Beijo, Auguste Rodin

O Beijo, Auguste Rodin

Dois amantes estão travados num abraço infinito. A força emocional e a vitalidade dessa escultura monumental fizeram dela uma das obras de arte mais conhecidas do mundo.

As formas suaves e fluidas dos amantes contrastam intensamente com o bloco de mármore rudemente talhado ao qual estão presos – simbolizando sua união terrena.

Paixão e desespero são evocados pelo paradoxo da sensualidade carnal reproduzida tão fielmente na pedra fria e inanimada, enfatizando, como disse certo crítico, “a união impossível das almas por seus corpos”.

O interesse de Rodin em liberar a figura humana da pedra reflete sua admiração por Michelangelo.

Ele pertence a uma tradição universal da escultura e é tanto um produto do Romantismo como um arauto da Arte Moderna.

A energia palpitante e a forma de suas estátuas tiveram enorme impacto sobre os artistas do século 20.

A escultura representava originalmente Paolo e Francesca, dois personagens emprestados a partir de A Divina Comédia de Dante: mortos pelo marido de Francesca, que os surpreendeu na troca do seu primeiro beijo, os dois amantes foram condenados a vaguear eternamente através do Inferno.

O Beijo, 1888-89, mármore, 181,5 x 112,3 cm, Auguste Rodin, Museu Rodin, Paris.

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