Análise Estética

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A Dança, Henri Matisse

A Dança, Henri Matisse

Acredita-se que a ideia da composição surgiu em 1905, enquanto o pintor observava alguns pescadores realizando uma dança de roda, a sardana, em uma praia do sul da França. As formas simplificadas das dançarinas ocupam toda a tela, em um padrão rítmico de movimento expressivo. Continue Lendo

Conversa, Henri Matisse

Conversa, Henri Matisse

Neste quadro Matisse “eterniza” uma conversa entre duas personagens que ladeiam uma janela que rasga uma parede azul, azul muito forte e que deixa ver a paisagem exterior, de cores joviais.

Estão implacavelmente opostos. Continue Lendo

Moisés Salvo das Águas, Paolo Veronese

Moisés Salvo das Águas, Paolo Veronese

Nos dez últimos anos de atividade, Paolo Veronese alternou faustuosas decorações com meditadas composições sacras. Este pequeno quadro é idêntico ao conservado na National Gallery de Washington, de iguais dimensões, realizado entre 1581 e 1582, e, devido ao grande êxito obtido, foi inúmeras vezes repetido com a colaboração do seu ateliê. Continue Lendo

Dona Isabel de Porcel, Francisco de Goya

Dona Isabel de Porcel, Francisco de Goya

O pintor expôs esta obra-prima da maestria retratística em 1805 em Madri, na Real Academia de Belas Artes de São Fernando. A identificação da senhora está numa nota escrita atrás da tela, e Goya pintou também o retrato do marido Dom Antonio, seu amigo íntimo, obra que viria a desaparecer num incêndio.

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As Costureiras, Fernando Botero

As Costureiras, Fernando Botero

Essa obra inconfundível do estilo de Fernando Botero, artista plástico colombiano de estilo figurativo, chamado por alguns chamados de “Boterismo”, o que lhes dá uma identidade inconfundível.

Consagrou-se mundialmente com seus personagens volumosos, tanto em suas pinturas como em suas esculturas. Continue Lendo

O Casamento de Isaac e Rebeca, Claude Lorrain

O Casamento de Isaac e Rebeca, Claude Lorrain

As paisagens de Claude Lorrain são um sonho poético, imagens de um mundo abundante, seguro, fértil e domesticado, onde o homem e a natureza coexistem em pacífica harmonia.  Continue Lendo

Bacanal diante de uma Estátua de Pã, Nicolas Poussin

Bacanal diante de uma Estátua de Pã, Nicolas Poussin

Poussin, como Claude Lorrain, escolheu Roma como residência permanente desde que aí chegou, com trinta anos de idade, vindo da sua França natal, em 1624. Ali estudou a estatuária antiga, o classicismo de Rafael e de Annibale Carracci, a vitalidade cromática de Ticiano, elementos que se manifestaram na composição desta festa pagã, na anatomia dos protagonistas, na concentração de Continue Lendo

As Vaidades da Vida Humana, Harmen Steenwyck

As Vaidades da Vida Humana, Harmen Steenwyck

Este intrigante quadro de Steenwyck é um belo exemplo de um tipo de natureza-morta conhecida como Vanitas. É repleto de referências à morte e ao vazio da vida, e quanto mais o estudamos, mais ele revela ser um sermão visual baseado nos ensinamentos do Livro do Eclesiastes, no Velho Testamento. Em latim, vanitas significa vaidade, no sentido de algo vão, sem valor, e não no Continue Lendo