A Virgem dos Rochedos, Leonardo da Vinci

História das Artes > Olho-vivo > Análise Estética > Obras Analisadas > A Virgem dos Rochedos, Leonardo da Vinci
A Virgem dos Rochedos, Leonardo da Vinci

O célebre quadro aqui representado é a versão executada para a Confraria Imaculada Conceição de Maria, pintada por volta de 1508 para uma capela de São Francisco, em Milão.

A obra, ladeada de dois quadros dos irmãos De Predis, alunos de Leonardo da Vinci, situava-se no centro de um precioso e elaborado conjunto de madeira, colorido e dourado, executado pelo célebre entalhador milanês Giacomo del Maino.

A primeira versão, da qual esta depende estritamente, de tal forma que quase pode ser considerada uma réplica, fora pintada por Leonardo, assim que chegara a Milão, cerca de vinte anos antes, e está hoje conservada no Louvre.

Recentemente foi descoberto que, por debaixo da pintura, há outro desenho, que revela que a ideia inicial de Leonardo era desenhar a Virgem em adoração ao Menino Jesus.

Comparando-o com o exemplar francês, Leonardo age aqui com maior vigor plástico, com um claro-escuro mais torneado, que confere às carnes uma superfície quase ebúrnea e esmaltada, constituindo, assim, um precedente para os seus numerosos partidários e imitadores lombardos.

Até a sugestiva paisagem, bem distinta da que aparece na versão do Louvre, parece desenhada com maior nitidez.

Em Julho de 2010, a tela passou por um processo de restauração que durou 18 meses. O processo de limpeza trouxe à tona detalhes que passaram muito tempo ocultos sob uma camada de verniz aplicada em 1948-1949 e fortemente degradada desde então, que também reduziu o sombreamento sutil da pintura, especialmente em suas áreas mais escuras, e prejudicou o senso de espaço pretendido, segundo a equipe de conservação da National Gallery em Londres.

 

A Virgem dos Rochedos, c.1508, óleo sobre madeira, 189,5 x 120 cm, Leonardo da Vinci, National Gallery, Londres.

Em Julho de 2010, após um processo de restauração que durou 18 meses, foi revelado que o artista renascentista provavelmente pintou a tela inteira ele próprio, e não, como se pensava anteriormente, com a ajuda de seus assistentes. A tela também aparenta nunca ter sido inteiramente concluída, segundo a equipe de conservação da National Gallery (Londres).

O processo de limpeza trouxe à tona detalhes que passaram muito tempo ocultos sob uma camada de verniz aplicada em 1948-9 e fortemente degradada desde então, que também reduziu o sombreamento sutil da pintura, especialmente em suas áreas mais escuras, e prejudicou o senso de espaço pretendido.

Em Julho de 2010, após um processo de restauração que durou 18 meses, foi revelado que o artista renascentista provavelmente pintou a tela inteira ele próprio, e não, como se pensava anteriormente, com a ajuda de seus assistentes. A tela também aparenta nunca ter sido inteiramente concluída, segundo a equipe de conservação da National Gallery (Londres).

O processo de limpeza trouxe à tona detalhes que passaram muito tempo ocultos sob uma camada de verniz aplicada em 1948-9 e fortemente degradada desde então, que também reduziu o sombreamento sutil da pintura, especialmente em suas áreas mais escuras, e prejudicou o senso de espaço pretendido.

Agora que você sabe mais detalhes sobre esse quadro de Leonardo da Vinci, experimente fazer uma releitura dele ou criar uma cena maternal na natureza, usando o material colorido que mais gostar.

Fotografe seu trabalho e compartilhe sua experiência conosco, nas redes sociais, usando a #historiadasartestalento

PESSOAS QUE LERAM ISSO, TAMBÉM GOSTARAM....

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *