34ª Bienal | Faz escuro mas eu canto

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34ª Bienal | Faz escuro mas eu canto
   

A Fundação Bienal de São Paulo mantém aberta até 05/12/21 a 34ª Bienal – Faz escuro mas eu canto.

Estendida por um ano, em decorrência da pandemia de Covid-19, a mostra abre agora readequada ao momento pandêmico, com rígidos protocolos definidos em conjunto com o Hospital 9 de Julho e área de alimentação instalada do lado de fora do Pavilhão, em espaço aberto.

A curadoria é de Jacopo Crivelli Visconti (curador geral), Paulo Miyada (curador-adjunto), e Carla Zaccagnini, Francesco Stocchi e Ruth Estévez (curadores convidados).

José Olympio da Veiga Pereira, presidente da Fundação Bienal de São Paulo, complementa: “Como uma das referências conceituais da 34ª Bienal, a curadoria trouxe a ideia de relação, que, alude a como podemos nos relacionar com o outro sem compreendê-lo completamente. Na verdade, a riqueza reside justamente na diferença e na diversidade. A maneira como mais de 20 instituições culturais de São Paulo se alinharam para a realização desta edição da Bienal, encontrando um modo de criarem uma programação que é coesa mas não homogênea, ou seja, que mantém a identidade de cada uma e, ainda assim, compartilha elementos em comuns, gera uma imagem simbólica muito importante para nós”.

Visitas mediadas
Em uma visita mediada, um profissional da Bienal constrói, junto com visitantes, uma conversa a partir de obras da exposição, em uma relação de troca de conhecimentos e percepções. As visitas mediadas ocorrem de diversas formas: por meio de agendamento para grupos, de forma espontânea nos horários disponíveis ou ainda por iniciativa dos próprios visitantes, que podem dirigir-se aos mediadores nos espaços de mediação.

Instalação de Jaider Esbell, artista indígena da etnia Macuxi, na lagoa do Parque Ibirapuera “Em posição de ataque, as cobras “estão prontas para dar um bote em Pedro Álvares Cabral”, diz o artista Jaider Esbell, referindo-se à escultura de Cabral localizada na outra margem do lago”. (Foto: Instagram Bienal de São Paulo) 

Faz escuro mas eu canto. Av. Pedro Álvares Cabral, s.n. Parque Ibirapuera, Portão 3 Pavilhão Ciccillo Matarazzo São Paulo, SP. Aberta de terça, quarta, sexta e domingo, 10h – 19h (última entrada às 18h30), quinta e sábado, 10h – 21h (última entrada às 20h30). Entrada gratuita. Até 05/12/21.

COMO CITAR:

Para citar esta página do História das Artes como fonte de sua pesquisa utilize o texto abaixo:

IMBROISI, Margaret; MARTINS, Simone. 34ª Bienal | Faz escuro mas eu canto. História das Artes, 2021. Disponível em: <https://www.historiadasartes.com/sala-dos-professores/34a-bienal-faz-escuro-mas-eu-canto/>. Acesso em 03 Dec 2021.

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