29a. Bienal de São Paulo – Lygia Pape

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29a. Bienal de São Paulo – Lygia Pape

Lygia Pape costumava dizer que era uma artista anárquica, já que com suas obras buscava desrespeitar estruturas rígidas de poder e de hierarquia.

Sua produção começa ainda nos anos 1950, realizando gravuras com formas geométricas influenciadas pelo concretismo.

Na década seguinte, seus trabalhos passaram a questionar o caráter de objeto da arte, criando experiências que ressaltavam, além da matéria com a qual eram realizados, o processo e as ideias que os estruturavam. Para ela, a obra de arte já não poderia permanecer distante da vida.

Na tentativa de integrar-se e dar nova configuração às percepções e aos movimentos cotidianos, seus trabalhos misturaram diferentes linguagens como teatro, dança, poesia, cinema, escultura, instalação e design.

Agora, veja os trabalhos dos alunos:

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