Obras Analisadas

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Fish Magic, Paul Klee

Fish Magic, Paul Klee

Durante toda a sua carreira, o pintor explorou os efeitos do uso não convencional da combinação de pigmentos, cera e verniz pintados sobre um composto de giz, cera de abelhas e gesso.

Paul Klee sempre esteve atento para os detalhes, combinando com imaginação visual e domínio das cores. Continue Lendo

Maçãs e Laranjas, Paul Cézanne

Maçãs e Laranjas, Paul Cézanne

É uma das suntuosas naturezas-mortas de Cézanne e vale como um inventário estético: a autonomia expressiva é total, não existindo nenhum intuito naturalista: os vários planos e perspectivas se somam numa antecipação cubista de sensações de cor e forma; tonalidades quentes – amarelo, ocre e vermelho – pulsam dentro do contorno sóbrio das circunferências que as limitam. Pintada em Continue Lendo

Uma Dança para a Música do Tempo, Nicolas Poussin

Uma Dança para a Música do Tempo, Nicolas Poussin

Este pequeno, mas precioso, quadro de Poussin foi encontrado pelo cardeal Giulio Rospigliosi, que depois se tornou o papa Clemente IX. Filósofo e dramaturgo, era um colecionador que admirava o trabalho de Poussin. O quadro apresenta uma mensagem intelectual, ou um quebra-cabeça, e é um tratado de miniatura sobre o tempo, o destino e a condição humana, apelando mais para razão Continue Lendo

Madona com o Menino, Luis de Morales

Madona com o Menino, Luis de Morales

O quadro representa uma imagem característica do pintor, conhecido entre os seus contemporâneos pela expressividade psicológica das suas personagens sagradas, envoltas num clima de tão intensa devoção e piedade religiosa que foi conhecido como “el Divino”. Continue Lendo

O Julgamento de Páris, Peter Paul Rubens

O Julgamento de Páris, Peter Paul Rubens

Dentre todos os temas mitológicos, tratados pelos artistas, aquele que gozou de maior popularidade foi, sem dúvida, o episódio das três deusas em competição para a conquista da superioridade da beleza. Juno, Minerva e Vênus dirigem-se a Páris, príncipe troiano e pastor, para saberem qual dentre elas é a mais bela: a oferta da maçã de ouro, também chamada “pomo da discórdia”, a Vênus Continue Lendo

Banhistas em Asnières, Georges Seurat

Banhistas em Asnières, Georges Seurat

A cena de trabalhadores e de rapezes tomando banho no rio Sena, perto de Clichy (onde no horizonte se veem fábricas e chaminés), é a primeira prova do gosto pelo monumental, que Seurat exibirá daí a pouco na célebre e vasta tela Uma Tarde de Domingo no Grande Jatte, hoje no Art Institute de Chicago. Na verdade, aquela ilha é a faixa de terra que se vê na extremidade direita. Continue Lendo

O Pentecostes, El Greco

O Pentecostes, El Greco

No início do século 17, as composições adquirem maior verticalidade, quase que uma deformação irreal, tomadas por tensões místicas palpitantes e por luzes fosforescentes. Este quadro, que, segundo alguns estudiosos, terá sido pintado na última década de atividade de El Greco, falecido em Toledo em 1614, é característico das suas últimas produções e representa, por isso mesmo, um Continue Lendo

Agulhões em Port-Corton, Claude Monet

Agulhões em Port-Corton, Claude Monet

Os quadros de Claude Monet são sempre referências de jardins, flores, a luz que passa nos mais variados horários do dia ou da noite, vapor de um trem, a transparência da água. Continue Lendo

A Crucificação, El Greco

A Crucificação, El Greco

A intensa e patética comoção de algumas das obras sacras de El Greco é como que um timbre dolorido que parece vibrar do interior da tela e reverberar até o observador. Na última fase da sua carreira, já longe das influências do classicismo italiano e mais livre depois de ter consolidado a sua fama, o pintor expressou a inspiração mística que emergia do seu espírito. Continue Lendo