Exposição Picasso – Mão Erudita, Olho Selvagem

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Exposição Picasso – Mão Erudita, Olho Selvagem

Considerando o grande percurso e o reconhecimento do artista Pablo Picasso é sempre motivador visitar uma mostra do artista.

A Coleção do Museu Nacional Picasso-Paris que aportou no Instituto Tomie Ohtake é especial, nelas estão as obras que faziam parte do acervo dos herdeiros do artista e que doaram para a formação do museu acima citado.

A Coleção percorre todas as fases e produção de Pablo Picasso, que traz uma visão reveladora da riqueza e diversidade de sua obra.

A exposição traz “Picassos de Picasso” e seu percurso faz uma viagem nos estilos e materiais que Picasso utilizou ao longo de sua vida inteiramente produtiva.

Sem dúvida, o processo de criação da obra ”Guernica” ilustrado pelo conjunto de fotos tiradas por Dora Maar ou exemplar quadro cubista “Homem com Violão” de 1911, já trariam muito o que admirar.

Mas, nas 116 obras ali expostas distribuídas em 12 módulos, exibindo desde a sua fase surrealista, voltando à figuração, entrando em cerâmica, gravuras e terminando na fase erótica, já no fim da sua carreira, remete a um caminho determinante para apreciar a obra de Pablo Picasso.

Destaque para a obra “Jogadoras de Bola na Praia”, de 1928 que recebe os visitantes em uma grande reprodução no átrio que faz a ligação entre as duas grandes salas. Ótimo lugar para muitos selfies.

As salas contam também, painéis explicativos que conduzem ao melhor entendimento do trabalho de Pablo Picasso.

Segundo Emilia Philippot – curadora da exposição:

“ Exclusivamente realizada com as coleções do museu parisiense, a exposição Picasso: mão erudita, olho selvagem sugere uma descoberta renovada da obra do mestre. O percurso dentro do Instituto Tomie Ohtake foi pensado e articulado em conjuntos de obras que seguem os marcos essenciais da carreira de Picasso, desde os primeiros anos de formação até os últimos de produção. Cada seção, corresponde a um período, é regida por um ângulo temático centrado em influências, motivos ou processos criativos identificados que permitem entender o gênio criativo em toda a sua complexidade, oscilando entre a excelência de um ‘savoir-faire’ erudito e a liberdade sem precedentes de um olhar que absorve tudo, sem distinção de classe ou categoria.”

Em cartaz até o dia 14 de agosto de 2016.

Algumas das obras ali expostas:

 

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