Reinterpretação das pinturas rupestres

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Reinterpretação das pinturas rupestres

Muitos mas muitos anos atrás viviam, em algumas regiões desse lugar que hoje chamamos de Brasil, seres humanos que vieram de muitos lugares longe daqui, eles eram nômades, isto quer dizer, não ficavam muito tempo no mesmo lugar e foram se instalando nesses lugares temporariamente e depois seguiam para outros. Pré História Brasileira.

Mas como nós podemos saber se naquele tempo não tinha escrita e nem faziam livros para contar?

Os arqueólogos, pessoas que pesquisam e estudam sobre achados cavando, investigando para entender como os seres humanos viviam em várias épocas e em muitos lugares,

Foram buscar registros de pessoas que viveram aqui no nosso país muito tempo antes dos portugueses chegarem por aqui.

Então, alguns arqueólogos foram pesquisar, em vários lugares no Piaui na região de São Raimundo Nonato, em Minas Gerais, em Santa Catarina  e continuam sempre pesquisando.

Esses pesquisadores encontraram em cavernas, na Serra da Capivara, em São Raimundo Nonato, muitas pinturas que mostravam como eles viviam e em que acreditavam naquele tempo, como se fosse uma história em quadrinhos.

Usavam as paredes dos lugares que habitavam e como tinta usavam plantas, raízes e até alguns minérios que encontravam no fundo das cavernas, para desenhar a sua forma de vida.

Essas pinturas feitas na pedra são chamadas de Pintura Rupestre.

Proposta: Reinterpretação das pinturas rupestres
1. Ler o texto acima, analisar e interpretar as pinturas rupestres.
2. Preparar pequenas placas de argila, para não quebrarem com facilidade, deixar secar.
3. Depois de secas, desenhar e pintar sobre essas placas imagens interpretando as pinturas estudadas.
4. Deixar secar
5. Preparar caixas com areia, não precisa ter mais que 20 cm e “esconder” essas placas, distribuindo de forma aleatória.
6. Brincar de arqueólogos e descobrir as suas pinturas rupestres.
7. Montar um painel com as placas descobertas e pesquisadas.

Fotografe o resultado e compartilhe as imagens nas mídias sociais #historiadasartestalento.

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