A Banhista de Valpinçon, Ingres

História das Artes > Olho-vivo > Análise Estética > Obras Analisadas > A Banhista de Valpinçon, Ingres
A Banhista de Valpinçon, Ingres

Recebendo o nome do colecionador que comprou a obra pela primeira vez, A Banhista de Valpinçon é uma representação serena do nu humano, de clássica beleza.

Suavizada pela delicadeza da luz refletida, a banhista sugere um erotismo frio e lânguido, que se torna ambíguo por sua recusa a encarar o espectador.

O único som ou movimento é o de uma pequena torneira de água, vista um pouco acima dos pés da banhista, e o interior espartano parece congelar a cena no tempo e no espaço.

Jean Auguste Dominique Ingres era um excelente desenhista, mas mantinha-se emocionalmente desvinculado de seus temas e mostrava pouco interesse pela expressão do rosto humano.

A perfeição bem-acabada de sua obra inspirava-se no ídolo renascentista Rafael Sanzio.

Figura proeminente da tradição clássica do século 20 francês. Ingres pintava muitas cenas orientais idealizadas e exóticas, com nus voluptuosos, embora nenhum detalhe fosse fruto de observação direta, pois ele nunca saiu da Europa.

A Banhista de Valpinçon, 1808, óleo obre tela, 146 x 97,5 cm, Jean Auguste Dominique Ingres, Museu do Louvre, Paris.

pincelAgora que você sabe mais detalhes sobre essa pintura de Ingres, experimente desenvolver sua releitura sobre o tema, inspire-se em uma cena com nu feminino, e use o material colorido que você mais gostar.

quadroFotografe seu trabalho e compartilhe sua experiência conosco, nas nossas redes sociais, usando a #historiadasartestalento

PESSOAS QUE LERAM ISSO, TAMBÉM GOSTARAM....

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *