Obras Analisadas

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A Carroça de Feno, John Constable

A Carroça de Feno, John Constable

A região de East Bergholt, na Inglaterra, onde nasceu Constable é famosa por sua beleza e atrai visitantes do mundo inteiro. Hoje, a casinha e o trecho de rio aqui mostrados são tombados como patrimônio histórico. Continue Lendo

Os Massacres de Quios, Eugène Delacroix

Os Massacres de Quios, Eugène Delacroix

Em abril e maio de 1822, durante a guerra de independência da Grécia, 20.000 gregos foram massacrados pelos turcos na pequena ilha de Quios. No ano seguinte, Delacroix decidiu pintar um quadro retratando as atrocidades dos combates.  Continue Lendo

A Barca de Dante, Eugène Delacroix

A Barca de Dante, Eugène Delacroix

A ousadia das telas de Delacroix era constante desafio para os críticos da época A Barca de Dante, sua primeira grande obra, suscitou enorme entusiasmo no Salão de 1822, quando o Barão Gros aclamou-a como “a vitória sobre Rubens“. Dois anos mais tarde o próprio Gros se referiria ao quadro Os Massacres de Quios como “o massacre da pintura”. Continue Lendo

A Lição de Anatomia do Dr. Tulp – Rembrandt

A Lição de Anatomia do Dr. Tulp – Rembrandt

A Lição de Anatomia do Dr. Tulp de Rembrandt, é uma de suas obras mais famosas e revolucionárias. A pintura, que havia sido encomendada pela Associação de Cirurgiões de Amsterdã; na época, a burguesia liberal pagava o que fosse preciso para ser eternizada em uma pintura que mostrasse sua riqueza, através das roupas e da imagem em si. Continue Lendo

Olympia, Édouard Manet

Olympia, Édouard Manet

Manet considerava este quadro o melhor da sua produção, embora tenha sido um dos seus trabalhos que recebeu as críticas mais duras e as maiores humilhações quando exposto pela primeira vez, no Salão de 1865. Um dos críticos da época escreveu “A arte afundou tanto que não merece nem censura”. Continue Lendo

Galatea das Esferas – Salvador Dali

Galatea das Esferas – Salvador Dali

O Surrealismo surge todas às vezes que a imaginação se manifesta livremente, sem o freio do espírito crítico, o que vale é o impulso psíquico.

Os surrealistas deixam o mundo real para penetrarem no irreal, pois a emoção mais profunda do ser tem todas as possibilidades de se expressar apenas com a aproximação do fantástico, no ponto onde a razão humana perde o controle. Continue Lendo

A Maja Vestida, Francisco de Goya

A Maja Vestida, Francisco de Goya

Continuam as discussões sobre a identidade da modelo, que por muito tempo se julgou ser a  Duquesa de Alba, outra hipótese é Pepita Tudó, amante e mais tarde esposa do poderoso ministro Godoy, como também sobre o significado do duplo retrato, vestido e nu, com a mesma protagonista e sobre a cronologia (a Vestida é, certamente, posterior, de 1800-1806). Continue Lendo

A Maja Desnuda, Francisco de Goya

A Maja Desnuda, Francisco de Goya

A tela, juntamente com a sua companheira, A Maja Vestida, foi muito provavelmente concebida para fazer par com aquela: ambas montadas numa moldura dupla, a tela com a moça vestida devia cobrir a nua como se fosse uma tampa que podia ser levantada.

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O 3 de Maio de 1808 em Madri, Francisco de Goya

O 3 de Maio de 1808 em Madri, Francisco de Goya

Este espantoso quadro de Goya é uma das imagens mais memoráveis da desumanidade do homem para com o homem. Os exércitos de Napoleão ocuparam a Espanha, mas no dia 2 de maio de 1808 os cidadãos de Madri levantaram-se contra os franceses. Continue Lendo

O 2 de Maio de 1808 em Madri, Francisco de Goya

O 2 de Maio de 1808 em Madri, Francisco de Goya

Em 1814, Goya pediu ao Conselho de Regência para ilustrar os episódios mais relevantes da insurreição de Madri contra as tropas de Napoleão, ocorrida seis anos antes. Continue Lendo