Obras Analisadas

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Criança Morta, Candido Portinari

Criança Morta, Candido Portinari

 

Candido Portinari é certamente o pintor do modernismo brasileiro mais conhecido no exterior, autor dos dois grandes painéis (um sobre a guerra, outro sobre a paz) existentes no edifício-sede das Nações Unidas, em Nova York (1957).

A partir da década de 40, transformou-se numa espécie de artista-símbolo e artista de exportação da nação brasileira.  Continue Lendo

Cecília,   Henrique Pousão

Cecília, Henrique Pousão

O pintor Henrique Pousão (1859-1884) foi um artista singular na arte portuguesa do século XIX, que na sua breve carreira descobriu uma via original no estilo da pintura do Naturalismo, finalmente triunfante nas academias do Porto e de Lisboa no último quartel do século. Continue Lendo

Os Guarda-Chuvas, Pierre-Auguste Renoir

Os Guarda-Chuvas, Pierre-Auguste Renoir

Com a distância de dez anos dos entusiasmados que rodearam a sua aparição na primeira mostra impressionista no estúdio parisiense do fotógrafo Nadar, Renoir parece dar aqui uma volta à sua pintura tão feliz e livre. Continue Lendo

O Jardim das Delícias, Hieronymus Bosch

O Jardim das Delícias, Hieronymus Bosch

Bosch foi o último e talvez o maior dos pintores medievais. Sua visão da humanidade é pessimista e moralizadora: o ser humano carrega uma falha fundamental desde a expulsão de Adão e Eva do Jardim do Éden. Na filosofia de Bosch, a salvação é possível, porém com grande dificuldade e o destino provável da maioria das pessoas é a danação eterna. A morte e o medo da morte são uma realidade sempre presente na sua arte. Continue Lendo

Alegoria dos Prazeres Carnais, Hieronymus Bosch

Alegoria dos Prazeres Carnais, Hieronymus Bosch

A forma mais característica das pinturas de Bosch foi o tríptico: uma sequência de quadro que lhe permitia desenvolver a narração no espaço e no tempo, aproveitando, como entreato ou crítica moral, as partes exteriores dos painéis. Descreve manifestações críticas da vida europeia em um período de transição dividido entre os valores tradicionais (medievais) e os modernos (humanistas). Continue Lendo